Raiz de Mogno — Uma perspectiva sobre o custo real

Quanto custa
uma fratura?

A pergunta parece clínica. Mas quando o paciente é economicamente ativo — um médico, um advogado, o dono de um negócio — a resposta deixa de caber numa nota fiscal de hospital.

Solicitar avaliação

O que o plano de saúde não cobre

Sim, ele tem plano.
Mas você vai querer que ele opere com o melhor médico.

Plano de saúde cobre o procedimento. Não cobre a escolha. E quando o pai ou a mãe fratura o quadril, a família não pensa em custo — pensa em quem vai operar.

O melhor ortopedista da cidade pode não ser credenciado. O hospital de referência pode não estar na rede. A UTI privada de qualidade raramente está incluída no plano.

A diferença entre o que o plano reembolsa e o que a família decide pagar — por segurança, por confiança, por não querer deixar nada ao acaso — costuma superar R$ 50 mil só na cirurgia.
O custo invisível

Ninguém contabiliza
o que não foi produzido.

Uma internação dura semanas. A recuperação, meses. Durante esse tempo, o paciente não trabalha. Os filhos revezam entre o hospital e o escritório — quando conseguem chegar ao escritório.

Esse custo não aparece em nenhuma fatura. Mas ele existe. E para certas famílias, ele é o maior custo de todos.

Perfil 1 · O paciente ativo

R$3–10k

por dia parado

O médico de 65 anos. O advogado de 70.

Um profissional liberal de alto faturamento que fratura o quadril perde, em média, quatro a seis meses de produção. Para quem fatura R$ 100 mil por mês — um especialista, um sócio de firma, um consultor — isso representa R$ 400 a 600 mil em receita não gerada. Não recuperável.

A agenda que ficou vazia durante seis meses não volta cheia. Paciente que foi para outro médico raramente retorna.

Perfil 2 · Os filhos

~40%

de redução na produtividade

Meses trabalhando em força reduzida.

O filho ou filha que assume o cuidado principal raramente mantém o ritmo profissional. Reuniões canceladas, viagens adiadas, projetos entregues pela metade. Em cargos de liderança, o impacto se multiplica — a equipe fica sem referência, as decisões atrasam.

Estudos com cuidadores informais no Brasil indicam redução de até 40% na jornada produtiva durante a recuperação do familiar.

Perfil 3 · O negócio familiar

incalculável

em custo de oportunidade

Quando o paciente é o negócio.

Em empresas familiares onde o fundador fratura o quadril, o impacto vai além da produtividade individual. Contratos em negociação, fornecedores que esperam, equipe sem direção, concorrência que avança. Quando os filhos também estão no hospital ou em turnos de cuidado, a empresa fica literalmente sem sua liderança.

Seis meses podem redefinir — ou encerrar — o posicionamento de um negócio construído por décadas. Não existe seguro para isso.

E ainda tem a cirurgia,
a UTI,
a reabilitação.

Antes de qualquer cálculo de produtividade, existe o custo médico direto — que por si só já é substancial. Com a escolha do melhor profissional disponível, fora da rede do plano, os números mudam de patamar.

A recuperação não termina na alta hospitalar. Fisioterapia, adaptações da casa, cuidador profissional — cada etapa tem um custo que a família descobre apenas quando já está dentro do processo.

R$ 90k+

Internação em hospital privado de referência — cirurgia, UTI, anestesia fora da rede do plano

R$ 30k

Reabilitação completa: fisioterapia intensiva, adaptações domiciliares, cuidador profissional

30%

Mortalidade em 1 ano após fratura de quadril com osteoporose — independente de classe social

6 meses

Tempo médio até retorno à mobilidade anterior — quando há retorno

Estimativa · paciente economicamente ativo · sem complicações graves

Somando internação particular, reabilitação, perda de produção do paciente e impacto nos filhos cuidadores — o custo real de uma fratura de quadril ultrapassa:

Não inclui custo de oportunidade do negócio familiar, perda de contratos ou clientes, impacto emocional ou deterioração da saúde dos cuidadores. Para profissionais de alta renda, o número pode ser significativamente maior.

a partir de R$ 500 mil

Nenhuma família planeja uma queda. Mas algumas se preparam para não ter que administrar as consequências.

Raiz de Mogno

O que muda com
uma avaliação preventiva.

Não é sobre eliminar todo risco — isso não existe. É sobre saber, com precisão médica, onde ele está. E ter um documento que orienta o que fazer.

Sem avaliação
Os riscos existem, mas não foram mapeados por ninguém
A família age por intuição — geralmente depois do primeiro evento
Nenhum documento orienta o que adaptar, nem em que ordem
O negócio familiar fica exposto sem nenhum plano de contingência
Custo potencial: R$ 500 mil ou mais — sem data, sem aviso prévio
Com avaliação Raiz de Mogno
Riscos mapeados ambiente por ambiente, com registro audiovisual completo
Laudo médico assinado com prioridades claras de intervenção
Vídeo explicativo do Dr. João Alho diretamente para a família
A família age com informação — não com culpa depois do fato
Custo da avaliação: uma fração de uma única semana de internação particular

A avaliação não garante
que nada vai acontecer.
Garante que você fez o que estava ao seu alcance.

Casos avaliados individualmente. Resposta em até 48 horas.

Solicitar avaliação Atendimento particular — Santarém, Pará · Avaliação remota disponível
Raiz de Mogno